Olá! Como foi essa sua última semana?

Começou a colocar a diligência em prática? Me envie um e-mail contando ;]  Sei que não é simples e requer bastante atenção e disciplina, mas com o tempo vai ficando mais fácil.

Vamos para mais um ensinamento? No último post falei sobre a importância de ser diligente no dia a dia e da necessidade de lutar contra as “sementes da preguiça”. A preguiça é sedutora! Eu sou prova viva disso. Às vezes tenho preguiça de lutar contra a minha própria preguiça. Complicado, né? Mas, nada que uma boa consciência e atitude não resolvam. Nessas horas eu lembro que a preguiça é apenas uma semente e quem a rega e faz crescer sou eu. Minha solução? Eu tomo um bom banho, coloco uma roupa que me dê autoestima e vou à luta.

Salomão destrincha a preguiça em quatro raízes: egoísmo, presunção (arrogância), ignorância e irresponsabilidade (insensatez). E, diz que é necessário entendê-las para criar consciência, e então conseguir lutar contra. Vamos lá:

Egoísmo

“Todo homem é reto aos seus próprios olhos…” – PROVÉRBIOS 21:2

Scott, o Autor do livro, explica que não podemos viver olhando simplesmente para os nossos desejos, e sim, olhar o bem estar do outro e perguntar qual é a melhor alternativa para TODOS os envolvidos. A ideia é deixar a preguiça de lado, dar um passo para traz, olhar os dois lados e achar a melhor solução.

Presunção (arrogância)

“Mais sábio é o preguiçoso a seus próprios olhos do que sete homens sensatos…” – PROVÉRBIOS 26:16

Temos a propensão de não confiar na inteligência e sabedoria do outro, então agimos, por preguiça, sem pedir conselhos. Salomão diz que é necessário ter em mente que existem pessoas mais preparadas sobre determinado assunto, então o verdadeiro diligente se aconselha com diversas pessoas antes de tomar uma decisão importante. A humildade de pedir conselhos pode nos trazer frutos imensuráveis.

Ignorância e Irresponsabilidade (insensatez)

“Atravessei o campo do preguiçoso e o vinhedo de um homem sem juízo: eis que tudo estava cheio de urtigas, sua superfície coberta de espinhos e seu muro de pedras em ruínas”– PROVÉRBIOS 24:30-31

Essas duas causas resultam do desconhecimento das consequências futuras dos nossos atos. Vou explicar melhor… A irresponsabilidade da falta de diligência (observar, raciocinar, pedir conselhos, ponderar, e então agir) pode ir além do esperado. É mais fácil ficar na preguiça e ir fazendo o que é mais rápido, em vez de fazer o certo, que, normalmente, requer mais atenção.

“No outono o preguiçoso não trabalha, na colheita procura e nada encontra.” – PROVÉRBIOS 20:4

O ser humano gosta de ter resultados rápidos, mesmo que este não seja tão gratificante quanto o resultado de um trabalho diligente. A ideia central é de que se você não tomar cuidado, a preguiça pode tomar conta da sua vida e barrar o seu crescimento pessoal e profissional.

“O caminho do preguiçoso é cercado de espinhos.” 15:19

O Autor dá um exemplo pessoal no livro que encaixa muito com uma experiência minha de infância.

Eu, meu irmão e meus primos jogávamos vôlei todo domingo no quintal da casa da minha avó. Pelo menos umas duas vezes ao dia a bola passava pelo muro e caia na casa do vizinho. Em vez de dar a volta no quarteirão e tocar a campainha do vizinho, a preguiça imperava, e então optávamos pelo caminho mais difícil. Meu irmão ajudava o meu primo a pular o muro, mas sempre que a pessoa caia do outro lado ela se machucava com alguma planta. E o pior… na hora de pular o muro de volta não tinha ninguém pra ajudar, então meu primo tinha que escalar, o que resultava em um joelho ralado, um braço roxo, um dedinho quebrado…. É esse o sentido do provérbio de Salomão.

O preguiçoso escolhe o caminho mais prático (pular o muro), mas a consequência é cheia de espinhos (joelho ralado, etc).

Então, por que não deixar a preguiça de lado, dar a volta no quarteirão e tocar a campainha do vizinho? Porque temos o impulso natural de fazer o que é mais prático. Preferimos pular o muro em vez de contorná-lo.

E quais os passos para ultrapassar esse grande obstáculo, a preguiça, e se tornar diligente?

Passo 1 – Acorde para a realidade

Passo 2 – Defina suas visões

Passo 3 – Parcerias eficientes

Passo 4 – Persiga a sabedoria: faça dela o alicerce de sua vida

Infelizmente já extrapolei meu espaço aqui, então no próximo post vou mostrar os provérbios relativos a esses passos e dar dicas práticas de como colocá-los no dia a dia.

Gostaram? Nos vemos na próxima.  Obrigada e bom final de semana :]

POR: Jessica Baroncelli Torretta 

Advogada, capricorniana, formada pela Universidade Católica de Santos e estudante de MBA em Gestão de Negócios pelo IBMEC (Instituto de Mercados e Capitais). Ela é apaixonada pelo trabalho dos artesãos, adora conhecer novas pessoas e evoluir ideias. No momento ela está com projeto de ajudar pequenas empresas a se protegerem e evoluírem, prezando pelo crescimento e bem estar profissional.

Comentar